![]() |
![]() |
||||||||||||||||||||||
![]() |
|||||||||||||||||||||||
| Institucional |
|
História | Diretoria | Contribuições | Parcerias e convênios | Convenções | Downloads | Artigos | |||||||||||||||
|
|
|||||||||||||||||||||||
|
|
FOTOGRAFIA DIGITAL: O FUTURO É AGORA Desde
o advento da fotografia, a mais de cento e cinqüenta anos a fotografia
digital é a mais radical, revolucionária e permanente modificação no método
de obtenção de imagens estáticas. Devemos entretanto, estar atentos para essa grande mudança que agora começa a chegar ao Brasil.Em 1981 a Sony, tradicional fabricante de equipamentos eletrônicos introduziu no mercado mundial sua primeira câmera digital, a Maciva, que utilizava um detetor de estado sólido no lugar do filme tradicional. Apenas algumas foram vendidas, era todo muito novo nesta época. No mesmo ano, a IBM passou a utilizar em seus computadores os sistemas operacionais MS-DOS e PC-DOS, desenvolvidos pela Microsoft. Em 1984 a Apple introduz o Macintosh, a primeira plataforma de uso apropriado para trabalhos na área gráfica e de operação muito mais fácil do que os complicados PCs dessa época. No final da década de oitenta, já estávamos todos convencidos, os computadores iriam modificar completamente a industria gráfica e todos os outros ramos de atividades correlatas.Era apenas uma questão de tempo e investimentos. Para os fotógrafos, tudo foi mais lento, a qualidades dos primeiros sistemas era precária, os custos muito altos e os clientes relutantes quanto à validade desta tecnologia no seu dia a dia. Hoje as coisas já se apresentam diferentes. Alguns fotógrafos já perceberam que a fotografia digital veio para ficar, aqueles que não se adaptarem aos novos ventos estarão fora do mercado em pouco tempo. Como os investimentos são pesados para a maior parte dos fotógrafos, existe ainda um misto de desconfiança, medo e um certo desejo de que tudo fique como está. Por outro , lado a grande industria gráfica, fotolitos e outros segmentos perceberam também um novo mercado, a produção das imagens digitais. Por que não investir também em estúdios digitais? Oferecer tudo aos clientes, desde a criação gráfica, as imagens digitais, separação de cores e a impressão e, é claro, não podemos desprezar o novo, mas de enorme potencial mercado de CD-ROM, shoppings virtuais pela Internet etc. Atualmente, nos Estados Unidos, Europa e Japão, o mercado de câmeras fotográficas já esta completamente voltado para os sistemas digitais e o mesmo deve ocorrer no Brasil. Dessa forma nos parece importante que as empresas voltadas para negócios em cine foto atendem para essa nova revolução.Sob esse aspecto a formação de pessoal especializado no atendimento é uma questão vital. O “balconista digital” deve ser preparado para esse novo desafio-informar o cliente, colocar os novos sistemas em funcionamento, sanar as enormes dúvidas que certamente surgirão e alavancar vendas. O Centro de Comunicação e Artes do SENAC-SP é o mais avançado centro de treinamento em fotografia digital e imagem digital de todo o pais e pode contribuir de maneira decisiva na formação dos novos profissionais. Thales Trigo
|
|
|||||||||||||||||||||
|
|
|||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|||